terça-feira, 6 de maio de 2014

As 1001 noites continuam!



Após contarmos mais uma história, falamos sobre os arabescos e ensinamos a técnica. Sugerimos trabalharem com giz de cera preto.







 Alguns curtiram muito e vários tiveram a ideia de fazer cartões com arabescos para presentear suas mães no dia das mães.

Este desenho abaixo eles pintaram semana passada.




Como a ideia é terminar o semestre com o mosaico, talvez voltemos a explorar os arabescos no semestre que vem.


Vejam só, a turma da tarde resolveu fazer competições no deserto depois de contar a história.






BIBLIOTECA


Vejam a biblioteca como está cada vez mais linda! 




Uma menina veio devolver um livro outro dia e contou que fez um bolo junto com a mãe, seguindo uma receita que havia no final do livro que ela leu.
Abaixo a ista dos livros mais pedidos pelos jovens. Se alguém quiser doar, mande uma mensagem pelo blog.

Coleção: Percy Jackson: - Maldição de Titas - O Mar e o Monstro

Série: Tryll, Amanda Hocking: - Trocadas - Divididas

Série: Fazendo meu Filme, de Paula Pimenta - 4 volumes

Série: Minha Vida fora de Série, de Paula Pimenta - 2 volumes

Livro: Extraordinário, de R. J. Palácio

Livro: Menina Bonita do Laço de Fita, de Ana Maria Machado

Livro: Até as Princesas soltam Pum, de Ilan Breman

Livro: Gabriel e a Copa do Mundo de 2014

Coleção: Querido Diário Otário, de Jim Benton - Melhor Fingir que nada Aconteceu - Um Fantasma em minha Calça - Sou a Princesa ou o Sapo - Nunca faça nada Nunca.

Livro:  Novos Contos de fada


Livro: Marcelo Marmelo Martelo, de  Ruth Rocha


terça-feira, 15 de abril de 2014

As Mil e uma noites - Os 3 irmãos 






Hoje contamos a primeira parte da história dos 3 irmãos que competem para casarem-se com a prima Nuriniar.


A história encantou os dois grupos.






Logo após, entregamos uma folha com o desenho de uma porta para que as crianças fizessem um mosaico com pedaços coloridos de E.V.A..







O grupo dos menores de 9 anos tiveram mais dificuldade para entender e reproduzir a técnica, mas todos se envolveram e gostaram muito da atividade. Um garoto disse que não gostava de mosaico e nós demos um pouco mais de atenção para ele que depois gostou tanto que voltou após seu horário de almoço para pedir para terminar.



Basicamente ensinamos a forma de colar deixando pequenos espaços entre as peças e sugerindo que marcassem as diferentes partes do desenho com cores diversas. A porta de uma cor, a janela de outra, etc.

Eis aí alguns resultados:





quinta-feira, 10 de abril de 2014

PROJETO 2014

Este ano, fugindo do óbvio, a Copa do Mundo, resolvemos viajar pelas histórias das 1001 noites. Descobrimos que há tantas histórias quanto versões das mesmas.



Além das histórias, vamos mergulhar na cultura árabe. Roupas, costumes, culinária e arte. Dentro das artes vamos explorar os mosaicos e talvez os arabescos.

Já contamos algumas histórias e percebemos que apesar do teor muitas vezes cruel, há muita magia e uma lógica toda especial. Depois de algumas histórias as crianças e nós mesmas entramos em outra esfera.

As histórias dentro das histórias, que vão se emendando e se confundindo, forçam uma concentração maior das crianças que não querem perder o fio da meada e que nos cobram coerências. Tem sido muito interessante.

O trabalho de mosaico começou com exposição de alguns trabalhos e livros sobre o assunto.





O primeiro treino começou com papel que eles mesmos picaram de revistas velhas.




O próximo será com E.V.A. 

Finalmente as telhas que as crianças pintaram em 2013 com os grafismos indígenas estão enfeitando a entrada do Centro São José.
Orgulho para elas e para nós.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Viajando com a música clássica

Pensamos em começar o segundo semestre com música clássica, aumentando as referências musicais e apresentando os instrumentos de uma orquestra.

Escolhemos uma melodia forte para provocar os sentidos, a Tocata e fuga em mi menor de Bach.



Aproveitamos algumas ideias do portal


Sentamos com as crianças em roda, no chão. Propusemos o desafio de ouvirem o que iríamos tocar de olhos fechados.


Aceitaram bem a ideia e vários permaneceram concentrados e introspectivos, alguns acompanhando o ritmo e um dos meninos ficou tocando um piano imaginário. 


Como a Tocata é longa, deixamos tocar somente até a metade. Talvez permanecessem concentrados até o final, mas não quisemos arriscar.

No grupo dos mais velhos, havia dois meninos que estavam agitados e não colaborativos e acabaram se acalmando e entrando no espírito quando uma voluntária sentou-se no meio deles e fechou os olhos dos dois com sua mão. Parece que precisavam de uma ajudinha para ficar de olhos fechados.





Começamos a coletar as impressões, o que imaginaram e o que sentiram. Fizeram observações interessantes, a maioria relacionou com fantasmas, assombrações, outros pensaram em uma pessoa tocando piano em um teatro enquanto bailarinas dançavam ao redor, uma menina disse ter imaginado bege o tempo todo. Houve também um menino que viu personagens de desenho tocando instrumentos e um que disse que teve muito medo e ficava com vontade de sair correndo. 

Fizemos várias perguntas: que tipo de música era aquele, quais instrumento ouviram. Falaram que era música sem ninguém cantando, que tinham ouvido piano, flauta, violino, violão e até harpa. Dissemos que na verdade só havia um único instrumento que tinha sons diferentes que pareciam outros instrumentos. Foram chutando e nós ajudando até chegarem ao órgão. Falamos sobre o instrumento e alguns já tinham visto.






 
Partimos para um segundo desafio. Entregamos os cadernos de desenho e deixamos lápis de cor e giz de cera a disposição. O desafio era desenhar ao sabor da música, totalmente soltos e ter coragem de arriscar fazer desenhos de olhos fechados acompanhando a melodia.








Adoraram essa liberdade e falta de compromisso com um desenho “bonitinho”. Muitos produziam livremente e ficavam satisfeitos com os resultados e, animadamente, explicavam o que tinham pensando e porque escolheram tal cor. 


Somente duas meninas se dedicaram a desenhos mais elaborados, mas que tinham a ver com instrumentos e notas musicais.







Vamos continuar a explorar de várias formas a música clássica. Gostaríamos de usar mais recursos como DVDs e a Internet, mas o telhado da nossa sala ruiu e estava bem ensolarada hoje e tivemos que improvisar em outra sala. Espero que fique pronta logo!


quinta-feira, 27 de junho de 2013


DIA DE FESTA


Finalmente chegou o dia da festa!


Os preparativos já foram bem divertidos. Na sala de atividades, montamos três estações.


A primeira para as pinturas de rosto com duas voluntárias. Usamos pintura em pasta, especial para o rosto. Alguns se pintavam sozinhos e outros pediam ajuda das voluntárias. Essas tintas saem facilmente, primeiramente com papel e depois com água.








Na segunda estação, uma voluntária ajudava as crianças a colocarem o cocar que tinham feito com nomes indígenas.






Na terceira estação ficava mais uma voluntária colocando colares e pulseiras que eles mesmos confeccionaram com bambus, contas e lã.


 




  

Os que iam terminando iam para o corredor desenhar numa faixa colada na parede sob a orientação de mais uma voluntária.







Normalmente, trabalhamos com 3 voluntarias em cada turno (manhã e tarde), mas desta vez pedimos socorro para mais algumas e no período da manhã, quando temos mais crianças, estávamos com cinco.

Antes de descer para a quadra, entregamos os chocalhos que eles fizeram.




Lá na quadra colocamos o som com a canção Tutu tupi e dançamos várias vezes com as crianças em roda seguindo a voluntária. Assim que acabava, pediam para dançar de novo.



Após as danças e cantorias, as cozinheiras no Centro São José e as moças da panificação fizeram ‘coisas de índio’, tapioca, mandioca cozida, milho cozido e pamonha. Uma delícia! Meninas da cozinha - VALEU!


Sabemos que vocês devem ter se atrasado com o almoço por nossa causa. Mas as crianças amaram e provavelmente não comeram nada na hora do almoço. Uma vez pode, não é?



 


Como a música ficou tocando repetidamente, percebemos que depois de se empanturrarem com os quitutes, algumas crianças começaram a dançar sozinhas a coreografia e pouco a pouco outras foram se juntando e nós voluntárias ficamos só olhando com aquele ar de orgulho e alegria.







Foi um grande sucesso que se repetiu no período da tarde!

Foi um encerramento que fechou com chave de ouro as atividades do primeiro semestre.