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quinta-feira, 10 de abril de 2014


Finalmente as telhas que as crianças pintaram em 2013 com os grafismos indígenas estão enfeitando a entrada do Centro São José.
Orgulho para elas e para nós.


terça-feira, 11 de junho de 2013

Pintura de rosto



Como preparação para a festa do índio, fizemos modelos de pintura de rosto.

Entregamos o caderno de desenho e um molde de rosto para as crianças copiarem e treinarem pinturas indígenas.

A ideia é que escolham uma pintura para pintarem em seus próprios rostos no dia da festa.

Deixamos uns modelos de índios pintados que tiramos da internet para eles se inspirarem.

Realmente se inspiraram. Vejam só.

 
 
 
  
  






                   




 

                    



 



                      


 




terça-feira, 16 de abril de 2013


                                      
Este ano, depois da primeira atividade de apresentação, decidimos abordar o tema “ÍNDIOS”. Nas artes, nas histórias, música e filosofia. Escrevemos uma história que envolvia a vinda dos índios para o Brasil, diversas aventuras e um pouco do folclore do norte, como o boto, o curupira, etc. Na “filosofia” exploramos o modo de vida em que se preserva a natureza, em que há um trabalho em grupo sempre pelo bem da comunidade, a coragem, etc.
A história foi contada em capítulos. Sempre deixando muito suspense para o encontro seguinte.Cada encontro consistia em contar uma parte da história e fazer alguma atividade relacionada com índios, folclore ou floresta.  Na primeira e segunda partes fizemos frotage (decalque) com folhas secas nos cadernos de desenho que compramos para cada uma das crianças, adoram ver como as folhas apareciam com todos os seus detalhes ao passarem o giz de cera sobre a página do caderno. Na terceira, foi a vez do artesanato, pulseiras com barbantes coloridos, colares com bambus e instrumentos de percussão com garrafas PET e arroz, areia, feijão ou pedras dentro e depois enfeitados com penas. Na quarta parte ensinamos e dançamos uma dança dos índios caiapós, do Pará, Kworo Kango, utilizando os instrumentos que fizemos.
No encontro seguinte, falamos sobre os grafismos indígenas, mostramos o urucum que os índios utilizam para fazer o vermelho, falamos também do jenipapo para o azul marinho ou preto e da argila para o branco. As crianças foram estimuladas a reproduzir os grafismos com canetas hidrográficas pretas e vermelhas, que chamávamos de jenipapo e urucum. Sempre que alguma coisa não sai com eles queriam, eles falavam, “xi, aprendi” e passaram a levar numa boa. A grande conquista foi fazê-los trabalhar sem réguas ou borrachas. Curtiram a ideia de fazer um círculo mal feito virar um caracol ou mudar a direção do grafismo porque perderam o prumo, ou ainda fazer pontinhos só para corrigir um pingo de tinta que caiu sem querer.

Hoje levamos rolos de papel Kraft com quatro faixas pintadas de vermelho e branco e entregamos tinta preta para eles reproduzirem os grafismos dentro das faixas com pincel.

Foi muito gratificante vê-los concentrados pintando um ao lado do outro, fazendo um trabalho de equipe como os índios. Às vezes precisavam de apoio para entender melhor a ideia do grafismo, mas no final fizeram um trabalho que deixou a todos satisfeitos.

 
No grupo dos menores (6 a 9 anos) estávamos com 21 crianças, a sala lotada e no dos mais velhos (9 a 12 anos) com 10.

 
Ficaram muito contentes quando dissemos que iríamos procurar alguma parede para enfeitar com os trabalhos deles.

Adoraram trabalhar com tinta. Aliás, a tinta tem um efeito mágico. As crianças adoram e as voluntárias sempre ficam estressadas e acudindo tinta derrubada aqui, crianças que se pinta ali, mas no fim das contas a diversão é garantida.

Nossos agradecimentos ao blog mania colorida que nos inspirou neste trabalho.