terça-feira, 15 de abril de 2014

As Mil e uma noites - Os 3 irmãos 






Hoje contamos a primeira parte da história dos 3 irmãos que competem para casarem-se com a prima Nuriniar.


A história encantou os dois grupos.






Logo após, entregamos uma folha com o desenho de uma porta para que as crianças fizessem um mosaico com pedaços coloridos de E.V.A..







O grupo dos menores de 9 anos tiveram mais dificuldade para entender e reproduzir a técnica, mas todos se envolveram e gostaram muito da atividade. Um garoto disse que não gostava de mosaico e nós demos um pouco mais de atenção para ele que depois gostou tanto que voltou após seu horário de almoço para pedir para terminar.



Basicamente ensinamos a forma de colar deixando pequenos espaços entre as peças e sugerindo que marcassem as diferentes partes do desenho com cores diversas. A porta de uma cor, a janela de outra, etc.

Eis aí alguns resultados:





quinta-feira, 10 de abril de 2014

PROJETO 2014

Este ano, fugindo do óbvio, a Copa do Mundo, resolvemos viajar pelas histórias das 1001 noites. Descobrimos que há tantas histórias quanto versões das mesmas.



Além das histórias, vamos mergulhar na cultura árabe. Roupas, costumes, culinária e arte. Dentro das artes vamos explorar os mosaicos e talvez os arabescos.

Já contamos algumas histórias e percebemos que apesar do teor muitas vezes cruel, há muita magia e uma lógica toda especial. Depois de algumas histórias as crianças e nós mesmas entramos em outra esfera.

As histórias dentro das histórias, que vão se emendando e se confundindo, forçam uma concentração maior das crianças que não querem perder o fio da meada e que nos cobram coerências. Tem sido muito interessante.

O trabalho de mosaico começou com exposição de alguns trabalhos e livros sobre o assunto.





O primeiro treino começou com papel que eles mesmos picaram de revistas velhas.




O próximo será com E.V.A. 

Finalmente as telhas que as crianças pintaram em 2013 com os grafismos indígenas estão enfeitando a entrada do Centro São José.
Orgulho para elas e para nós.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Viajando com a música clássica

Pensamos em começar o segundo semestre com música clássica, aumentando as referências musicais e apresentando os instrumentos de uma orquestra.

Escolhemos uma melodia forte para provocar os sentidos, a Tocata e fuga em mi menor de Bach.



Aproveitamos algumas ideias do portal


Sentamos com as crianças em roda, no chão. Propusemos o desafio de ouvirem o que iríamos tocar de olhos fechados.


Aceitaram bem a ideia e vários permaneceram concentrados e introspectivos, alguns acompanhando o ritmo e um dos meninos ficou tocando um piano imaginário. 


Como a Tocata é longa, deixamos tocar somente até a metade. Talvez permanecessem concentrados até o final, mas não quisemos arriscar.

No grupo dos mais velhos, havia dois meninos que estavam agitados e não colaborativos e acabaram se acalmando e entrando no espírito quando uma voluntária sentou-se no meio deles e fechou os olhos dos dois com sua mão. Parece que precisavam de uma ajudinha para ficar de olhos fechados.





Começamos a coletar as impressões, o que imaginaram e o que sentiram. Fizeram observações interessantes, a maioria relacionou com fantasmas, assombrações, outros pensaram em uma pessoa tocando piano em um teatro enquanto bailarinas dançavam ao redor, uma menina disse ter imaginado bege o tempo todo. Houve também um menino que viu personagens de desenho tocando instrumentos e um que disse que teve muito medo e ficava com vontade de sair correndo. 

Fizemos várias perguntas: que tipo de música era aquele, quais instrumento ouviram. Falaram que era música sem ninguém cantando, que tinham ouvido piano, flauta, violino, violão e até harpa. Dissemos que na verdade só havia um único instrumento que tinha sons diferentes que pareciam outros instrumentos. Foram chutando e nós ajudando até chegarem ao órgão. Falamos sobre o instrumento e alguns já tinham visto.






 
Partimos para um segundo desafio. Entregamos os cadernos de desenho e deixamos lápis de cor e giz de cera a disposição. O desafio era desenhar ao sabor da música, totalmente soltos e ter coragem de arriscar fazer desenhos de olhos fechados acompanhando a melodia.








Adoraram essa liberdade e falta de compromisso com um desenho “bonitinho”. Muitos produziam livremente e ficavam satisfeitos com os resultados e, animadamente, explicavam o que tinham pensando e porque escolheram tal cor. 


Somente duas meninas se dedicaram a desenhos mais elaborados, mas que tinham a ver com instrumentos e notas musicais.







Vamos continuar a explorar de várias formas a música clássica. Gostaríamos de usar mais recursos como DVDs e a Internet, mas o telhado da nossa sala ruiu e estava bem ensolarada hoje e tivemos que improvisar em outra sala. Espero que fique pronta logo!


quinta-feira, 27 de junho de 2013


DIA DE FESTA


Finalmente chegou o dia da festa!


Os preparativos já foram bem divertidos. Na sala de atividades, montamos três estações.


A primeira para as pinturas de rosto com duas voluntárias. Usamos pintura em pasta, especial para o rosto. Alguns se pintavam sozinhos e outros pediam ajuda das voluntárias. Essas tintas saem facilmente, primeiramente com papel e depois com água.








Na segunda estação, uma voluntária ajudava as crianças a colocarem o cocar que tinham feito com nomes indígenas.






Na terceira estação ficava mais uma voluntária colocando colares e pulseiras que eles mesmos confeccionaram com bambus, contas e lã.


 




  

Os que iam terminando iam para o corredor desenhar numa faixa colada na parede sob a orientação de mais uma voluntária.







Normalmente, trabalhamos com 3 voluntarias em cada turno (manhã e tarde), mas desta vez pedimos socorro para mais algumas e no período da manhã, quando temos mais crianças, estávamos com cinco.

Antes de descer para a quadra, entregamos os chocalhos que eles fizeram.




Lá na quadra colocamos o som com a canção Tutu tupi e dançamos várias vezes com as crianças em roda seguindo a voluntária. Assim que acabava, pediam para dançar de novo.



Após as danças e cantorias, as cozinheiras no Centro São José e as moças da panificação fizeram ‘coisas de índio’, tapioca, mandioca cozida, milho cozido e pamonha. Uma delícia! Meninas da cozinha - VALEU!


Sabemos que vocês devem ter se atrasado com o almoço por nossa causa. Mas as crianças amaram e provavelmente não comeram nada na hora do almoço. Uma vez pode, não é?



 


Como a música ficou tocando repetidamente, percebemos que depois de se empanturrarem com os quitutes, algumas crianças começaram a dançar sozinhas a coreografia e pouco a pouco outras foram se juntando e nós voluntárias ficamos só olhando com aquele ar de orgulho e alegria.







Foi um grande sucesso que se repetiu no período da tarde!

Foi um encerramento que fechou com chave de ouro as atividades do primeiro semestre.

terça-feira, 18 de junho de 2013


 

Últimos preparativos para a festa do índio próxima terça.
Fizemos cocares com as crianças. Deixamos a disposição vários nomes indígenas com os seus significados para escolherem em pintarem em seus cocares.
Vejam alguns deles e até a festa, afinal aqui no Centro São José, todo dia é dia de índio.





terça-feira, 11 de junho de 2013

Pintura de rosto



Como preparação para a festa do índio, fizemos modelos de pintura de rosto.

Entregamos o caderno de desenho e um molde de rosto para as crianças copiarem e treinarem pinturas indígenas.

A ideia é que escolham uma pintura para pintarem em seus próprios rostos no dia da festa.

Deixamos uns modelos de índios pintados que tiramos da internet para eles se inspirarem.

Realmente se inspiraram. Vejam só.